Letra e Música

Então. No começo do filme, fiquei super empolgada. Parece a realização de toda garota que já foi fã alucinada de alguma boy band na pré-adolescência (tipo eu! oiee). A mocinha (Drew Barrymore) acaba indo fazer jardinagem na casa de um ex-cantor (Hugh Grant) de uma banda que fez sucesso nos anos 80. Só que ela nunca foi fã desse tipo de banda e não o reconhece de cara. Com o tempo, eles acabam se tornando amigos e ela o ajuda a compor uma música que ele precisa  apresentar com uma cantora meio bizarra que faz sucesso com os adolescentes.

Tudo bem que filmes de comédia romântica não precisam ser muito profundos. Mas faltou algo, sabe? Não é ruim. Você fica grudado, querendo saber o que vai acontecer… E o fato de ironizar o mercado pop das músicas que fazem sucesso sem uma boa letra é no mínimo interessante. Mas o filme em si não é nenhuma maravilha.

Vicky Cristina Barcelona

Enquanto eu estava na Europa, em intercâmbio, meu pai disse que eu TINHA que assistir Vicky Cristina Barcelona. Ele, que ama Barcelona, falou que não tinha como eu – estudante de Arquitetura, na época – não gostar de assistir a um filme que tinha como cenário a cidade de Gaudí. E ele estava mais do que certo.

Não só por se passar em Barcelona, mas por ter no elenco Scarlett Johansson, Javier Barden e Penélope Cruz. E ainda por cima, por ser dirigido por Woody Allen. Combinação perfeita. Must be seen.

Sinopse do Wikipedia: Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) são duas americanas que viajam para Barcelona em férias por três meses. As duas amigas têm visões opostas sobre a vida e o amor. Vicky, que estuda a cultura catalã para seu mestrado, irá se casar em breve. Cristina ainda busca uma vocação. Em Barcelona, conhecem o sedutor Juan Antonio (Javier Bardem), ex-marido da temperamental pintora Maria Elena (Penelope Cruz), que as convida para um fim-de-semana em Oviedo. Este fim-de-semana mudará o rumo das férias.

Ele não está tão a fim de você

Tá aí um filme que me surpreendeu. Quando vejo uma capa recheada de atores bons e renomados, penso logo: “já sei que vão aparecer pouco. Provavelmente, pagaram a todos esses atores para chamar o público e só… a história nem deve ser tão boa assim”. Mas eu estava enganada. Realmente, os atores mais famosos fazem uma participação pequena. Mas a história é bem interessante. A gente ri muito e ainda se delicia com algumas cenas. Vale a pena. Até meu namorado gostou!

Trata-se de um filme que saiu das páginas de um livro. Como não o li, não tenho como fazer comparações…

Aí vai a sinopse que encontrei no Wikipedia: Romântica incorrigível, Gigi sai com Conor, que simplesmente não liga no dia seguinte. Quando ela vai ao trabalho do rapaz, conhece Alex, colega de quarto de Conor e que tem uma visão muito clara sobre o mundo, empenhando-se em mostrar a verdade para Gigi numa viagem ao complicado mundo da mente dos homens. Enquanto isso, Conor está enrolado com uma cantora chamada Anna, mas ela gosta mais de Ben, que é casado com Janine que, por sua vez, trabalha com Gigi. A chefe das duas, Beth, é namorada de Neil há sete anos, mas ele não quer casar. E Mary, publicitária que fará anúncios para divulgar o trabalho de Conor, só procura por relacionamentos na internet.

Vestida para casar

Katherine Heigl interpreta Jane, garota que nutre uma paixão secreta por seu chefe (e que chefe!) que é interpretado por Edward Burns. Porém, ele se apaixona de cara por sua irmã e não há nada que ela possa fazer para impedir que esse romance vá pra frente. Então, ela age como sempre agiu: como uma perfeita dama de honra.

É aí que ela começa a repensar suas atitudes: até quando ela continuaria sendo sempre a dama de honra? Quando é que ela iria ter seu próprio casamento?

Eu gostei do filme. De uma maneira simples nos faz pensar no que nossas atitudes podem trazer para nossas vidas. Às vezes, é hora de mudar um pouco de paradigma.

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Antes de ver o filme, eu quis ler o livro. Quer dizer, pra ser beeem sincera, esse filme nunca me chamou a atenção. Eu pensava “pra que assistir um filme sobre uma doida viciada em fazer compras? qual a graça?”. Até que um dia resolvi presentear minha prima com o livro. Assim como eu, ela adora livros “Chick lit” e, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom estava entre os mais vendidos desse estilo literário.

Assim que minha prima terminou de ler o livro, ela perguntou se eu queria ler também. Acabei aceitando o “desafio” e me surpreendi. Adorei a forma como ele é escrito e como as coisas vão acontecendo na história. Eu não queria parar de ler.

Então, foi eu terminar de ler a última página do livro para ir correndo na locadora pegar o filme.

Achei o roteiro do filme tão modificado que a sensação que eu tive foi a de que não se tratava do livro que eu tinha lido. O filme não é ruim, não. Mas acho que ele ficou um pouco mais escrachado do que ele deveria ser… Exageram muito nas breguices da Becky Bloom e inventaram uma tal echarpe verde que não tinha tanto valor no livro. É, acho que deu pra perceber que eu não gostei muito do filme

Mas, acredito que para quem não leu o livro, ele deve ser mais interessante. Super bobinho, daqueles que a gente já sabe que não vai adquirir conhecimento nenhum. Para quem gosta de praticar o inglês de vez em quando, é até bom assistir com a legenda inglês ou sem legenda alguma.

The Switch

Estreia prevista para outubro aqui no Brasil.

Achei interessante a ideia: Kassie (Jennifer Aniston) está com 40 anos e nunca teve filhos. Para realizar seu grande sonho, ela providencia uma inseminação artificial. Depois de alguns anos, descobre que o pai de seu filho é seu melhor amigo, personagem interpretado por Jason Bateman. Promete ser a comédia do ano. Será mesmo?

O negócio é esperar!

A Proposta

Difícil uma mulher que não assistiu a esse filme ainda. Foi considerado uma das melhores comédias de 2009  e ainda por cima foi protagonizado por uma atriz ganhadora de Oscar. Não, Sandra Bullock não foi premiada graças  “A Proposta”, mas pode-se dizer que o filme ganhou mais popularidade graças a esse ocorrido.

Devo dizer que chorei de rir com Sandra e Ryan. É aquele típico filme para se assistir em um  dia em que não se quer pensar muito. Sabe aqueles dias em que a gente só quer sentar a bunda no sofá, se empanturrar de pipoca + brigadeiro e se deixar levar por um filme leve e descontraído? Pronto. Esse filme é perfeito para isso.

Margaret Tate (Sandra Bullock) é uma editora chefe daquelas bem ríspidas. Todos a chamam de bruxa e tremem nas bases quando ela chega ao trabalho. Mas devo confessar que eu desejei muito ser igual a ela. Adorei as roupas que ela veste e o poder que ela passa. #prontofalei. Mas… Continuando à resenha: Margaret descobre que terá de ser deportada para seu país – Canadá – e entra em desespero. É então que lhe surge uma brilhantérrima e já batida ideia. Apresenta seu assistente Andrew (Ryan Reynolds) como seu “amado” noivo. Obviamente, é tudo mentira, mas ela força-o a entrar na história ameaçando seu futuro profissional. É aí que começa toda a graça da história. Eles vão ter que se conhecer melhor e Andrews descobre o que existe por trás da carapuça criada por Margaret.

Não é nenhuma obra prima do cinema, mas é um filme “mulherzinha” que atende bem seus requisitos.

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